sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Analfabetos na Base, e Letrados de Elite.



 Uma das marcas de nossa história é a convicção generalizada no pensamento da classe dominante de que a elite já nasce sabendo e que o resto não precisa saber. Assim foi e continua a ser a relação do senhor e do escravo, do latifundiário e do camponês, do empresário e do operário, da elite e do resto. Por isso, ao longo do tempo, gastos com educação nunca foram considerados investimentos produtivos. Por isso, a política do Estado foi sempre de produzir analfabetos na base, e letrados de elite. Mesmo quando realiza “gastos”, o faz de forma invertida, entrega o básico para os municípios sem recurso e investe no nível superior que, subdesenvolvido, serve a não mais, e se tanto, que 5% da população.
  Qualquer balanço honesto que se faça da educação no Brasil deve concluir por uma situação de calamidade pública. Ela tem a ver com uma visão atrasada e autoritária de desenvolvimento da sociedade. Desenvolvimento sem inteligência, sociedade somente para poucos. Quando se comparar o Brasil com outros países capitalistas, o absurdo fica ainda maior. O Japão, considerado o exemplo moderno de desenvolvimento capitalista, investe pesadamente em educação, cerca de 40% do total dos gastos públicos. Nos Estados Unidos, uma das medidas do seu estado de saúde, na competição internacional, é a verificação do estado da educação, onde se investe pesadamente. Qualquer que seja o modelo de desenvolvimento, independentemente de sua ideologia, ele se fará através das pessoas e daquilo que elas forem capazes de realizar a partir de si próprias. Essas capacidades são elaboradas e transmitidas, socializadas, através da educação. Por isso é que os gastos com educação são um investimento produtivo
estratégico em qualquer país sério. No mundo moderno o processo produtivo torna-se cada vez mais sofisticado, exigindo trabalhadores capazes de um desempenho equivalente a todos os níveis. Por mais que a automação prometa um mundo sem trabalhadores diretos, a verdade é que o produtor, num sentido genérico é insubstituível. Num país como o Brasil, onde estamos longe desse nível de desenvolvimento e onde milhões de pessoas não encontram lugar e função no processo produtivo formal, fica ainda mais evidente o caráter estratégico da educação para o desenvolvimento. Não investir na educação é, portanto, uma opção pelo subdesenvolvimento.
   A educação é também um investimento na democratização da sociedade, na medida em que possibilita a cada aluno integrar-se no processo social, cultural e político.
   Democratizar o conhecimento, a informação é uma forma de produção social da cidadania. Não investir na educação é também uma opção pelo atraso e o autoritarismo.
   Ao longo das últimas décadas assistimos à realização perversa dessas opções que transformaram o Brasil num país rico, habitado por pobres e marginalizados. Na educação, assim como na saúde, a estratégia foi simples eficaz. Investir o mínimo possível no sistema público, que atente às populações de renda baixa. Oferecer todas as regalias e estímulos ao sistema privado, que atende as elites.
   Se o Brasil continuar seguindo este caminho, com seu discurso privatista, encontrará o campo aberto para completar a obra de seu antecessor. Se decidir pelo ensino público, universal e gratuito terá que abandonar sua crença neoliberal e investir decididamente num sistema que agoniza à espera do golpe final ou do balão de oxigênio.
   Na educação também estará sendo decidida a sorte do desenvolvimento e da democracia.

Pr. Marcelo da Costa
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Quando a Igreja Vira o Shopping da Fé

  Queridos irmãos em Cristo, a igreja que se diz evangélica e que  a cada dia que se passa vai se corrompendo e apresentando um evangelho falsificado e sobre tudo comercial, sem dúvida alguma, anularam a mensagem da cruz e oferecem ao povo um evangelho clonado e que não tem nada a ver com o Evangelho genuíno de Jesus Cristo.
   Por incrível que pareça, todavia, os culpados por tudo isso, são justamente os líderes e guias do povo, tanto é verdade que está escrito em Jr 5.31  Coisa espantosa e horrenda anda se fazendo na terra, os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é isso que o meu povo deseja; e que fareis no fim disso?   
  Na realidade de hoje em dia, há pregadores que pregam o que o povo deseja, mas não pregam o que Deus Deseja falar, hoje há uma febre entre líderes evangélicos num afã de serem reconhecidos como ministros de Cristo, e até chegam ao ponto de se auto-consagrarem como apóstolos, mas não agem como os verdadeiros apóstolos.
   Estes supostos apóstolos atuais são oportunistas e só visam status e uma vida de glamour. Porém a bíblia diz e o apóstolo Paulo em relação ao seu ministério diz em 1 Co 4.9   Porque a mim me parece que Deus nos colocou a nós os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados a morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto aos anjos como aos homens...até a presente hora, sofremos fome e sede e nudez; somos esbofeteados, e não temos morada certa...temos chegado a ser considerados como lixo deste mundo e escória de todos.
  Hoje estamos vendo uma gama sequente de oportunistas que pregam o evangelho da prosperidade e motivam aos fiéis a determinarem a Deus bençãos materiais, mas não pregam contra o pecado que está contaminando e matando a Igreja e tudo isso está ocorrendo porque eles mesmos estão contaminados e a maioria dos fiéis estão se corrompendo por falta da verdadeira profecia, pois onde não há profecia o povo se corrompe.
  No tempo dos profetas a casa do Senhor já estava contaminada, pois está escrito; Pois estão contaminados tanto o profeta como o sacerdote; até na minha casa achei a sua maldade, diz o Senhor Jr 23.11
                               E nos dias atuais, o que você acha?
   Como está se portando a liderança da atualidade?
 Será que a casa de Deus está servindo de casa de oração para todos os povos? É obvio que não, os seus líderes fizeram da Casa do Senhor um shopping da Fé e fazem do povo massa de manobra, e como diz o texto acima, e assim o meu povo deseja. Realmente o povo deseja pregadores que preguem o Evangelho agradável e suave, e isto já ocorria no Velho Testamento, pois está escrito: Porque povo rebelde é este, filhos mentirosos, filhos que não querem ouvir a Lei do Senhor.
  Eles dizem aos videntes: não vejais e aos profetas não profetizeis para nós o que é reto; diga-nos palavras aprazíveis, profetiza-nos ilusões;...não faleis mais no nome do Senhor(Isaias 30.9) É por esta razão que estes pregadores são aclamados pelos supostos fiéis como apóstolos, mas na realidade não passam de mentirosos, pois suas vidas não condizem com a verdade e a bíblia diz em Ap 2.2   puseste a prova os que se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos. e para complementar o apóstolo Paulo disse, porque tais falsos apóstolos, são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. Mas não é de admirar porque o próprio satánas se transfigura em anjo de luz 2 Co 11.13.
   
Pr. Marcelo da Costa 
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Saiba Por que Deus Condensa Nossa Vida de Alegrias e Tristezas?


Assim como o prazer não é a ausência de dor e o bem-estar não a ausência de mal-estar, felicidade não é simplesmente a ausência de inficidade. Possuímos no cérebro uma série de estruturas responsáveis por provocar ativamente o bem-estar, o prazere a felicidade.
Porque não dizer que como resultado, felicidade tem até sua “assinatura cerebral”.

A felicidade não é simplesmente uma bênção, obra do destino, fruto do acaso ou de circunstâncias externas: é conquista. Aristóteles já considerava que “felicidade é consequência de uma atitude”, algo que chega àquele que sabe fazer sempre o melhor possível de acordo com suas possibilidades e as oportunidades que a vida lhe oferece.

uma vez que o cérebro constata que suas ações estão dando certo a felicidade se espalha pelo corpo. O prazer de um trabalho, do toque de quem se ama, de um presente inesperado ou de uma anedóta engraçada se manifesta conforme a frenquência cardíaca se acelera, a temperatura do corpo aumenta ligeiramente, a pele se umedece, a musculatura relaxa. O sorriso, expressão mais evidente do bem-estar, aparece imediatamente. A felicidade nos mantém no bom caminho.

Claro felicidade gera felicidade, pois é bem mais fácil buscá-la na vida quando já se tem resultados positivos que geram expectativas e atitudes positivas — que, por sua vez, aumentam as chances de novos resultados positivos, em um círculo virtuoso dos melhores. Mas não é razoável, muito menos saudável, esperar que  a felicidade seja um estado permanente: o bem-estar não significa estar feliz o tempo todo, e sim ter saúde mental (e física) para ficar feliz quando for apropriado ficar feliz, e triste quando for o caso de ficar triste.

Existe justamente uma condição médica que leva à felicidade em excesso: uma sensação constante de satisfação consigo mesmo, de bem-estar, de poder a toda prova, mesmo quando não há razão para isso. Ainda esse estado venha Soar como uma bênção, mas não é. A felicidade fora de hora, sem justificativa, destrói a vida aos poucos enquanto sua vítima continua sorrindo: é a mania, um transtorno que envolve um excesso de atividade do sistema de recompensa do cérebro. E aqui se coloca a questão médica: se a pessoa se sente tão bem, qual o problema?

Não é a exuberância do maníaco, a energia inesgotável, a satisfação com poucas horas de sono por dia. O problema da mania não são esses sinais e sim suas consequências, primeiro para quem vive com a pessoa permanentemente feliz (pois é duro conviver com alguém que nunca está errado), mas logo também para a própria vítima da felicidade exagerada. As amizades sofrem, os relacionamentos pessoais se quebram, o emprego corre perigo por causa de decisões incompatíveis com a realidade, a conta no banco míngua. O mundo do maníaco desmorona e ele caminha rumo ao buraco, que inclui delírios místicos e de grandeza quando o transtorno se agrava — mas ele continua achando tudo ótimo.

Antes a mania era considerada apenas a outra face da depressão no transtorno bipolar; todavia, a mania hoje começa a ser reconhecida como um transtorno puro, mais comum do que se pensava, atingindo cerca de 10% das pessoas na forma de transtorno bipolar, e talvez até 3% em sua forma pura, sem depressão. Por graça divina, mania tem remédio — ainda que a pessoa em estado maníaco se sinta ótima e, portanto, ache que o problema está em quem deseja “curá-la de sua felicidade”- Felicidade na hora certa.   Rm 5.3-5

Pr. Marcelo da Costa
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Deus Está No Controle - Paternidade Diminui Níveis De Testosterona


Cientistas descobriram que depois que os homens se tornam pais, seus níveis de testosterona caem, indicando que eles são biologicamente programados para cuidar de seus bebês. AT queda na quantidade de hormônio masculino faria com que os homens se tornassem mais ligados à família, segundo os pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos. O estudo publicado na revista científica The Proceedings of the National Academy of Sciences acompanhou 624 homens, nas Filipinas, antes e depois de eles se tornarem pais e descobriu que logo após o nascimento do bebê, seus níveis de testosterona caíam substancialmente. Apesar de os níveis de testosterona - hormônio normalmente associado ao desejo sexual masculino - baixarem naturalmente com a idade, a queda nos homens que se tornaram pais foi mais do que o dobro daquela verificada nos homens sem filhos.

Pais de bebês recém-nascidos, com menos de um mês de idade, apresentaram níveis especialmente baixos do hormônio. Quedas maiores também foram verificadas naqueles que passavam mais de três horas por dia brincando, alimentando, dando banho, vestindo ou lendo para seus filhos.

“Criar crianças é um trabalho tão grande que, por necessidade, requer cooperação e nosso estudo mostra que os pais são biologicamente programados para oferecer ajuda com essa função”, disse o líder da pesquisa, Christopher Kusawa. “A paternidade e as exigências de se ter um recém-nascido em casa tornam necessários muitos ajustes emocionais, psicológicos e físicos. Nossa pesquisa indica que a biologia de um homem pode mudar substancialmente para atender essas demandas.”

Os pesquisadores também acreditam que os níveis mais baixos de testosterona podem proteger contra certas doenças crônicas, o que poderia explicar, em parte, por que homens casados e com filhos são, em geral, mais saudáveis que homens solteiros da mesma idade.

O professor Allan Pacey, da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, disse que a descoberta é fascinante. “Os níveis de testosterona em homens geralmente não variam muito. Eles podem diminuir vagarosamente como parte do processo de envelhecimento ou em resposta a alguma doença ou tratamento médico, mas observar mudanças drásticas em resposta à vida familiar é muito interessante”, disse ele.

“As observações podem fazer algum sentido evolutivo [tava demorando para saírem da constatação óbvia de que esse é um mecanismo criado intencional e inteligentemente], se aceitarmos a ideia de que homens com níveis mais baixos de testosterona têm maior probabilidade de manter um relacionamento monogâmico com sua parceira e de cuidar de seus filhos. No entanto, seria importante checar de forma irrefutável que há uma ligação entre níveis de testosterona e comportamento.”

(BBC Brasil)

Nota: Os homens não foram “projetados pela evolução” para espalhar seus genes por aí? A poligamia e a promiscuidade não seriam subprodutos da evolução? Era o que os cientistas sempre diziam. Mas, então, quando encontram um mecanismo “biologicamente programado” (quem programou?), concluem que a monogamia e a fidelidade, além da ajuda na criação da prole também são subprodutos da evolução cega. Assim é fácil! É mais ou menos como a notícia de que o cérebro humano está diminuindo – isso também seria fruto da evolução, tanto quanto se o cérebro estivesse aumentando de tamanho. Com teóricos “lisos” assim, fica difícil discutir. Mas, levando-se em conta a notícia acima, uma coisa fica bem clara: tudo foi projetado para funcionar da maneira certa e no momento certo.[MB]

Pr. Marcelo Da Costa
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Dez Dicas Para Salvaguardar Seu Casamento


Muitas vezes um casamento vai bem, e acaba abalado por causa de um relacionamento inesperado com uma terceira pessoa. Começa de maneira inocente e agradável, torna-se cada vez mais envolvente. Por fim, traz complicações e desgraças para muita gente. Não foi um acidente ou “um grande amor que surgiu”. Foi um relacionamento do qual o casamento deveria ter sido protegido. Não seja ingênuo, pensando que isto só acontece com os outros. Muita gente boa já caiu exatamente por ser ingênua assim. Lembre-se de 1Co 10.12. (Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.) Por isso, proteja seu casamento... Eis algumas dicas.

1- TENHA BOM SENSO COM SUAS COMPANHIAS - Evite gastar tempo desnecessário com alguém do sexo oposto. Muitos casos surgem por não se agir assim. Um executivo precisa de aulas particulares de inglês, e contrata uma jovem professora. Contrate um homem. Não significa que cada contato com alguém do sexo oposto seja porta para adultério. Significa evitar oportunidades para cair. Companhia contínua cria intimidade. Intimidade com o sexo oposto traz problemas.

2- TOME CUIDADO COM CONFIDÊNCIAS - A pessoa mais íntima de alguém deve ser seu cônjuge. Segundo a Bíblia, são “uma só carne”, isto, é uma só pessoa. Se há aspectos de seu relacionamento que você não pode compartilhar com esposa (a) e compartilha com alguém do sexo oposto, a coisa está ruim. As pessoas tendem a se solidarizar com quem sofre, e a proximidade emocional se torna perigosa. Um homem que se queixa de sua esposa para outra mulher está traçando um caminho perigoso. Isto vale para quem faz e para quem ouve confidências.

3- EVITE MOMENTOS A SÓS  - Decida não ter momentos privados com alguém do sexo oposto. Se um(a)colega de trabalho pedir para ter um almoço com você, convide uma terceira pessoa. Se necessário, não se constranja em compartilhar os limites que você e seu cônjuge concordaram ter no seu casamento. É melhor ser visto como rude que vir a cair em pecado.

4- VIGIE SEUS PENSAMENTOS  - Cuidado com o que pensa. Se você só se detém nos defeitos de seu cônjuge, qualquer outro homem ou mulher parecerá melhor. Faça uma lista das coisas que inicialmente lhe atraíram em seu cônjuge. Aumente o positivo e diminua o negativo. Evite filmes, conversas, sites e literatura que apologizam o adultério. Lembre de Cl 3.2.(Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra)

5- EVITE COMPARAÇÕES - Um homem trabalha com uma mulher perfumada, maquiada, bem vestida. Em casa encontra a esposa, com criança no colo, cabelo desfeito, banho por tomar. Uma mulher encontra um homem compreensivo com quem pode se abrir, e se sente mais à vontade com ele que com o esposo. Ignoraram situações e contextos diferentes. Foram iludidos pelo  irreal. Lembre do pródigo: o mundo lhe era fascinante, mas terminou num chiqueiro. As aparências iludem, porque o mundo em que vivemos em casa é o real. O mundo de relacionamentos fora de casa é sempre artificial.

6- EVITE A SÍNDROME DO RETORNO - É a idéia de que a vida sentimental e sexual caiu na rotina, e agora, a pessoa “renasceu”. Já vi inúmeros casos assim: “Eu renasci”, ou “Eu me senti jovem, de novo”. Não banque o adolescente. Você é um adulto com responsabilidades e com uma pessoa com quem partilha a vida. Construa sua vida com seu cônjuge. Se sua vida conjugal se “fossilizou”, há outros caminhos. Revigore-a com seu cônjuge. Há pessoas que sempre se fossilizam e pulam de relacionamento em relacionamento, procurando o que não produzem. Temos o que produzimos.

7- PONHA SEU CORAÇÃO NO SEU LAR - A solidez do casamento vem pelo tempo que os cônjuges gastam juntos. Conversas, risos, passeios, programas comuns. Se você não sai com seu cônjuge, marque datas para os próximos meses. Vocês devem ter um ao outro como o melhor companheiro. Mantenham o clima de namoro: querer estar junto com a pessoa.Orem juntos. Dificilmente duas pessoas que oram juntas brigarão entre si. Sejam parceiros espirituais. 

8- INVISTA EM SEU CÔNJUGE - O marido da mulher virtuosa é conhecido quando se levanta em público (Pv 31.23 - Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra). A idéia é que ele está bem vestido e se vê o caráter dela pela roupa dele. Uma boa esposa é um bom tesouro (Pv 18.22 - Aquele que encontra uma esposa, acha o bem, e alcança a benevolência do SENHOR. ). De bom tesouro, cuida-se, e evita-se perdê-lo. Marido: mulher bem tratada é um grande investimento. O retorno emocional é garantido. Mulher: marido bem tratado é um grande investimento. O retorno emocional é garantido. 

9- BUSQUE AJUDA - Havendo problemas, busque ajuda. Primeiro em Deus. Lembre-se de Tg 1.5 ( E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.) Busque orientação de pessoas mais experientes ou de seu pastor. Evite que o problema se avolume. Evite conselhos de gente que não tem o que dizer. Os amigos de Roboão lhe deram maus conselhos (1Rs 12.6-12). Nesta busca de ajuda, evite por mais lenha na fogueira. E evite também a raiz de amargura (Hb 12.15 - Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem. ). Busque ajuda e não um juiz a seu favor. 

10- INVISTA EMOCIONAMENTE NA VIDA A DOIS - Bons casamentos não acontecem por acaso. São produto de muito trabalho e da graça de Deus. Boa parte do trabalho é investimento emocional no relacionamento conjugal. “Vender a alma” para o cônjuge. Mas investir sem proteger é problemático. É preciso levantar cercas contra os problemas externos, porque os internos são mais vistos e os dois os vivenciam. Não permita brechas. Não dê armas ao inimigo.

Pr. Marcelo da Costa

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Freud e C.S Lewis Diante Da Morte


Quando seu colega Ernest Jones perdeu a única filha, Freud escreveu-lhe uma carta dizendo: “Como fatalista incrédulo que sou, só posso mergulhar em um estado de resignação, quando encaro o horror da morte.” Ele lembrou Jones de que, quando seu neto Heinele morreu, ele mesmo havia perdido toda a vontade de viver: “Eu passei a ficar constantemente cansado da vida.” Freud parecia ser agudamente consciente da sua falta de recursos espirituais para persistir em tempos de crise. Depois da morte da filha Sophie, escreveu a um colega: “Não sei o que mais há para se dizer. Trata-se de um evento tão paralisante, que não se consegue pensar em mais nada depois, quando não se é um crente...” Freud se perguntava “quando é que virá a minha vez” e desejava que a sua vida terminasse rápido. [p. 227]


Freud encerra seu ensaio sobre guerra e morte com uma curiosa sugestão: “Se você quiser suportar a vida, prepare-se para a morte.” Freud se deu conta do que muitos psiquiatras já observavam fazia tempo: para viver plenamente, é preciso dar uma solução ao problema da morte. Se o deixarmos sem solução, gastamos energia demais em negá-lo, ou ficamos obcecados por ele. Freud não deixa dúvidas de como ele tratava o problema. Tornou-se obcecado pela morte, [além de] extraordinariamente temeroso e supersticioso em relação a ela. Freud sonhava o tempo todo com a morte. [p. 231, 232]

C. S. Lewis [em idade avançada e já viúvo] escreveu uma carta na tentativa de consolar uma pessoa gravemente doente: “Será que você não consegue encarar a morte como um amigo e libertador? Ela nada mais significa do que poder despir-se daquele corpo que a está atormentando: é como tirar um chapéu ou sair de um calabouço. O que há de assustador nisso?... Teria sido esse mundo tão bom para você, que você o deixe com tanta tristeza?” Lewis procura então confortá-la com palavras que revelam seus próprios pensamentos e sentimentos relativos à sua morte: “Há pela frente coisas melhores do que qualquer uma que deixamos para trás... Acredite, o Nosso Senhor não está lhe dizendo nada mais do que: ‘Paz, filhinha, paz. Relaxe. Deixe estar. Os braços sempiternos estão bem debaixo de você... Você confia tão pouco em Mim?’ É claro que este pode não ser o fim. Então faça um bom ensaio.” Lewis assinou essa carta com: “Seu (viajante cansado e, como você, perto do fim da jornada) Jack.” [p. 249]

Em junho de 1961, Lewis, que já sofria de males na próstata, teve uma obstrução urinária, infecção nos rins e acabou contraindo uma toxemia com sintomas cardíacos. Melhorou nos meses seguintes e continuou dando aulas, escrevendo e visitando os amigos. Em 15 de julho de 1963, Lewis teve um ataque cardíaco e entrou em coma. Recuperou-se, mas foi por pouco tempo, passando a viver de forma tranquila e feliz nos meses seguintes. A um amigo ele escreveu: “Recuperei-me de forma surpreendente de um longo coma, e quem sabe as orações incessantes dos meus amigos tenham provocado isso – mas aquela teria sido uma passagem bastante fácil, a ponto de eu lamentar o fato de a porta ter sido batida na minha cara... Quando você morrer... não deixe de me procurar... Tudo isso foi muito divertido – uma diversão solene –, não é mesmo?” [p. 249, 250]

Como Lewis ou qualquer outra pessoa poderia estar assim tão “preparado” para a morte, a ponto de encará-la não só com alegria, calma e paz interior, mas com uma expectativa da verdade? Não teria sido a sua visão de mundo que lhe fornecera os recursos necessários para tanto? Quem sabe possamos encontrar a resposta mais uma vez nas suas próprias palavras: “Se acreditamos de fato no que dizemos acreditar – se cremos que a nossa casa de fato não é aqui –, qual o problema em ter a expectativa da chegada?” [p. 252]

(Fonte: Armand M. Nicholi Jr., Deus em Questão – C. S. Lewis e Freud debatem)

 Pr. Marcelo da Costa

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O Palco da Profecia Está Armado


      Um grupo de engenheiros e cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, criou uma segunda pele eletrônica que funciona como uma tatuagem temporária.  Ela fica grudada na pele do usuário por um período de tempo, registrando de forma ininterrupta dados sobre o coração, ondas cerebrais e atividade muscular - as informações dependem do local onde a novidade é colocada. O circuito baseado em silício é integrado a uma borracha extremamente fina, com 0,5 mm de espessura, que gruda na pele sem a necessidade de qualquer material adesivo. Depois de duas semanas, por conta da exfoliação natural da pele, o circuito é removido naturalmente. A novidade foi publicada na revista ''Science''


Pr. Marcelo da Costa
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